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Home»Saúde»Dor na coluna pode irradiar para o abdômen: saiba o motivo
Saúde

Dor na coluna pode irradiar para o abdômen: saiba o motivo

Entenda por que a dor nas costas pode aparecer na barriga, quais sinais merecem atenção e o que fazer para aliviar com segurança.
By Julia Ribeiro25/02/20268 Mins Read
Dor na coluna pode irradiar para o abdômen
Dor na coluna pode irradiar para o abdômen
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Dor na coluna pode irradiar para o abdômen e isso assusta muita gente, porque a sensação parece vir de dentro da barriga. Em vários casos, o problema começa nas costas e é percebido na frente do corpo por causa do caminho dos nervos, dos músculos e até da postura do dia a dia.

Quem passa horas sentado, levanta peso de forma errada ou vive com tensão na lombar pode sentir uma dor que muda de lugar, aparece em faixa, pega a lateral e dá a impressão de dor abdominal.

Quando a dor muda de ponto, a primeira dúvida é se é algo de estômago, intestino, rim ou uma crise na coluna. Essa confusão é comum, já que o corpo usa os mesmos “canais” de sensibilidade para regiões diferentes.

Um nervo comprimido na lombar pode enviar sinais para áreas do abdômen, do quadril e da virilha. Ao mesmo tempo, uma inflamação ou espasmo muscular nas costas pode travar e puxar a musculatura da barriga, criando um incômodo que vai e volta ao longo do dia.

Também existe um detalhe que pouca gente percebe: a dor costuma piorar com movimentos específicos. Se o incômodo no abdômen aparece quando você dobra o tronco, gira o corpo, fica muito tempo em pé, dirige por longos períodos ou levanta algo do chão, a coluna pode estar no centro da história.

Já quando a dor é mais ligada a alimentação, febre, vômitos, ardor ao urinar ou mudanças intensas no intestino, o caminho da investigação costuma ser outro.

Por que a coluna pode causar dor na barriga

Segundo um especialista em coluna vertebral em Goiânia, a explicação mais comum envolve dor referida. Em termos simples, é quando o cérebro interpreta o sinal de dor em um lugar diferente do ponto onde o problema começou. Isso acontece porque nervos da coluna se conectam a regiões do tronco e do abdômen.

Um estímulo irritativo na coluna, como compressão, inflamação ou sobrecarga, pode ser percebido como dor na frente do corpo.

  • Nervos da lombar e torácica: podem “espalhar” a sensação para a barriga, laterais do tronco e região pélvica.
  • Músculos em cadeia: quando as costas travam, a musculatura do abdômen tende a contrair para proteger, criando dor em faixa.
  • Postura e pressão interna: encurtamentos e fraqueza do core mudam a forma como o corpo sustenta o tronco, gerando dor que parece abdominal.

Regiões da coluna mais ligadas a esse tipo de irradiação

A localização da dor ajuda a entender o padrão. Nem sempre a pessoa sabe apontar exatamente, mas dá para observar sinais típicos.

Coluna torácica e dor em faixa

Na coluna torácica, a dor pode aparecer no meio das costas e correr como uma faixa para o peito e para o abdômen superior.

Às vezes vem com sensação de aperto, peso ou queimação. Isso pode acontecer após carregar mochila pesada, fazer treino intenso sem preparo, dormir em posição ruim ou passar muito tempo curvado no celular.

Coluna lombar e dor no baixo ventre

Na lombar, a dor pode irradiar para o baixo abdômen, quadril, virilha e parte anterior da coxa. Em alguns casos, a pessoa sente como se fosse cólica ou pressão no baixo ventre.

Ficar muito tempo sentado e depois levantar pode piorar, assim como pegar peso e fazer movimentos de torção.

Causas comuns quando a dor na coluna pode irradiar para o abdômen

Nem toda dor irradiada significa algo grave, mas ela sempre merece atenção, principalmente se estiver se repetindo.

  • Contratura muscular: tensão e espasmo nas costas podem “puxar” a musculatura abdominal e gerar dor difusa.
  • Hérnia de disco e protrusões: quando há irritação de raízes nervosas, a dor pode seguir trajetos diferentes, inclusive para a frente do corpo.
  • Artrose e desgaste: alterações nas articulações da coluna podem gerar inflamação e dor que muda de ponto.
  • Síndrome miofascial: pontos dolorosos nos músculos das costas podem disparar dor referida para o abdômen.
  • Problemas de postura e fraqueza do core: falta de estabilidade no tronco aumenta a sobrecarga lombar e pode levar a dor irradiada.
  • Inflamação de articulações e estruturas próximas: como sacroilíacas, que podem gerar dor no quadril e no baixo ventre.

Sinais que sugerem origem na coluna

Alguns detalhes do dia a dia ajudam muito a perceber a origem. Observe se a dor acompanha esses comportamentos.

  • piora ao levantar da cadeira, ao curvar o corpo ou ao girar o tronco
  • melhora ao deitar e apoiar bem a lombar ou ao mudar de posição
  • vem junto com rigidez nas costas, sensação de travamento ou estalos
  • aparece após carregar peso, faxina, treino, dirigir ou ficar em pé por muito tempo
  • pode ter formigamento, choque, dormência ou sensação de fisgada

Sinais de alerta que pedem avaliação rápida

Mesmo quando a dor parece “de coluna”, é importante não ignorar sinais que podem indicar outra causa ou algo mais urgente. Procure avaliação médica com prioridade se ocorrer:

  • febre, calafrios ou mal-estar importante
  • dor abdominal forte e contínua que não muda com posição
  • vômitos persistentes, sangue nas fezes ou fezes muito escuras
  • dor ao urinar, sangue na urina ou dor intensa no flanco
  • fraqueza nas pernas, perda de sensibilidade, dificuldade para andar
  • perda de controle de urina ou fezes
  • perda de peso sem explicação ou dor noturna que acorda sempre

O que fazer em casa quando a dor está leve

Se a dor for recente, leve a moderada e sem sinais de alerta, algumas medidas simples podem ajudar sem criar risco.

  • reduzir esforço por 24 a 48 horas: evite pegar peso e evite ficar curvado por muito tempo
  • alternar frio e calor: frio tende a ajudar nas primeiras horas após esforço; calor costuma relaxar quando há rigidez
  • movimento leve: caminhadas curtas e pausas ao longo do dia costumam ser melhores do que repouso total
  • atenção à postura: use apoio lombar ao sentar, ajuste altura da tela e evite ficar “afundado” no sofá
  • sono bem apoiado: tente deitar de lado com um travesseiro entre os joelhos ou de barriga para cima com apoio sob os joelhos

Quando vale a pena buscar um especialista

Dr. Aurélio Arantes, médico ortopedista especializado em coluna, alerta que, se a dor na coluna irradia para o abdômen e está voltando com frequência, não é um detalhe para empurrar com a barriga.

Também vale procurar avaliação quando a dor dura mais de 7 a 10 dias, quando impede tarefas básicas, quando piora apesar de cuidados simples ou quando aparece junto de formigamento e choques.

Um bom exame clínico costuma esclarecer se o padrão é mais muscular, articular ou nervoso e quais passos fazem sentido, evitando exageros de exames e tratamentos aleatórios.

Exames que podem ser pedidos e por quê

Nem todo mundo precisa de exames logo de cara. Em muitos casos, a avaliação e testes de movimento já dão pistas suficientes.

Quando há suspeita de compressão nervosa, dor persistente ou sinais de alerta, podem entrar exames para confirmar a causa e orientar o tratamento.

  • raio-X: avalia alinhamento, desgaste e algumas alterações ósseas
  • ressonância: mostra discos, nervos, inflamações e hérnias com mais detalhe
  • exames de sangue: úteis quando há suspeita de inflamação sistêmica ou infecção
  • exames abdominais e urinários: podem ser necessários quando a dor abdominal não bate com padrão típico de coluna

Tratamentos comuns quando a causa é a coluna

O tratamento muda conforme a origem. A boa notícia é que muitos quadros melhoram com medidas conservadoras bem feitas, com foco em tirar a crise e reduzir a chance de repetição.

  • fisioterapia: trabalha mobilidade, fortalecimento do core e melhora do padrão de movimento
  • exercícios guiados: alongamentos e fortalecimento com progressão, sem picos de esforço
  • ajustes de rotina: pausas no trabalho, ergonomia e adaptação de treinos
  • medicação: pode ser usada quando indicada por profissional, respeitando histórico e limitações
  • procedimentos: em alguns casos, bloqueios e infiltrações podem ajudar quando há dor persistente e bem localizada

Como prevenir que a dor volte

Prevenção costuma ser o ponto que mais muda o jogo. Quem cuida só da crise e volta à mesma rotina, com a mesma postura e os mesmos exageros de esforço, tende a repetir o quadro. O objetivo é dar estabilidade para o tronco e distribuir melhor a carga do dia a dia.

  • faça pausas a cada 40 a 60 minutos se você fica sentado por longos períodos
  • fortaleça abdômen, glúteos e musculatura das costas com orientação
  • aprenda a pegar peso com segurança, dobrando os joelhos e mantendo a carga perto do corpo
  • reduza o tempo de celular curvado, ajustando altura da tela
  • mantenha caminhadas regulares para circulação e mobilidade

Uma forma simples de diferenciar na prática

Uma dica útil é observar a relação com movimento e posição. Se a dor no abdômen muda claramente quando você se senta direito, apoia a lombar, deita ou faz rotação do tronco, a coluna ganha força como suspeita.

Se a dor parece independente do corpo e vem com sintomas gerais, o caminho é investigar o abdômen e órgãos internos com prioridade.

Conclusão

Dor na coluna pode irradiar para o abdômen e isso acontece mais do que muita gente imagina. Na maioria das vezes existe um motivo mecânico por trás, como nervo irritado, contratura, sobrecarga ou postura ruim.

Quando o padrão se repete, quando limita a rotina ou quando aparecem sinais de alerta, a avaliação profissional ajuda a encontrar a causa real e a montar um plano que resolva a crise e diminua a chance de voltar.

Julia Ribeiro

Julia Ribeiro é uma escritora dedicada, especialista em saúde e bem-estar, com uma vasta experiência em conteúdos digitais. Seus textos são conhecidos por serem claros e acessíveis, sempre com foco em trazer informações úteis e práticas ao público

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