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Home»Negócios»Os tipos de negócio que mais crescem no Brasil pós-pandemia
Negócios

Os tipos de negócio que mais crescem no Brasil pós-pandemia

By Redação Jornal Preliminar28/08/20256 Mins Read
Os tipos de negócio que mais crescem no Brasil pós-pandemia
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A pandemia de Covid-19 deixou marcas profundas na economia brasileira. 

Enquanto muitos setores enfrentaram quedas drásticas, outros encontraram brechas para se reinventar e crescer. 

Esse movimento abriu espaço para novos tipos de negócio que, mesmo em meio à instabilidade, conseguiram prosperar. 

O cenário atual mostra que não se trata apenas de sobrevivência, mas de uma mudança de mentalidade empreendedora: empresas passaram a se apoiar em dados, tecnologia, saúde e bem-estar, consumo consciente e formatos mais flexíveis.

A seguir, vamos analisar quais negócios mais cresceram no Brasil pós-pandemia, com exemplos práticos e uma visão crítica sobre as razões que sustentam esse crescimento.

Business intelligence e uso estratégico de dados

Se antes da pandemia os dados já eram valiosos, depois dela se tornaram indispensáveis. 

Empresas perceberam que a sobrevivência e o crescimento dependiam da capacidade de analisar cenários em tempo real e tomar decisões rápidas.

O conceito de business intelligence ganhou força nesse contexto. Ferramentas que transformam grandes volumes de dados em informações estratégicas passaram a ser adotadas por empresas de todos os portes.

Esse setor cresce porque reduz desperdícios, melhora a experiência do cliente e aumenta a eficiência operacional. 

Além disso, o mercado brasileiro amadureceu: hoje até pequenos negócios entendem que precisam de dados para competir.

O boom da alimentação saudável e delivery

Outro setor que explodiu foi o da alimentação. As pessoas passaram mais tempo em casa e buscaram opções práticas, rápidas e, de preferência, saudáveis. 

O delivery ganhou protagonismo, mas não de qualquer comida: refeições equilibradas, marmitas fitness e opções veganas ou vegetarianas se destacaram.

Esse movimento também gerou oportunidade para pequenos empreendedores, como produtores locais que ampliaram vendas via aplicativos ou redes sociais. 

Há ainda o impacto da consciência alimentar: o consumidor hoje lê rótulos, pesquisa sobre a origem dos alimentos e valoriza a transparência.

É um setor que une conveniência e propósito e tende a continuar em alta mesmo em tempos de inflação.

Educação digital e cursos online

Com escolas e universidades fechadas, a educação digital ganhou protagonismo. 

Plataformas de ensino a distância se consolidaram, enquanto profissionais independentes descobriram nos cursos online uma nova fonte de renda.

Mesmo após a volta das aulas presenciais, esse setor segue crescendo. 

O motivo é simples: o formato online é prático e permite acesso ao conhecimento em qualquer lugar. 

Além disso, cursos curtos, voltados para o mercado de trabalho, atraem profissionais que desejam se atualizar rapidamente.

A tendência é de continuidade, já que o aprendizado online tornou-se parte natural da rotina.

A força da digitalização e o crescimento do e-commerce

O comércio eletrônico foi um dos maiores vencedores da pandemia. 

Em 2020, com o isolamento social, o brasileiro consolidou o hábito de comprar online, desde alimentos básicos até itens de moda e tecnologia. 

Além disso, não basta estar online: é preciso se diferenciar. Marcas que apostaram em personalização, experiência do usuário e produtos inovadores destacaram-se. 

Um exemplo claro é a Insider Store, que vem ganhando relevância no setor de moda tecnológica.

Seu portfólio de roupas funcionais, como a camisa gola v, mostra como a moda pode unir estilo, conforto e inovação em materiais que atendem a novas demandas do consumidor urbano.

O diferencial aqui é a junção entre tecnologia e consumo. 

O público que hoje compra online espera praticidade, mas também qualidade e propósito.

Economia verde e consumo consciente

A pandemia também acelerou reflexões sobre sustentabilidade. Muitos consumidores passaram a valorizar empresas que adotam práticas ambientais responsáveis. 

Esse movimento impulsionou negócios ligados à economia verde: energias renováveis, reciclagem, moda sustentável e até a agricultura orgânica.

Além do impacto ambiental, há um fator de mercado: consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos que representem menor impacto ecológico. 

Assim, empreendedores que aliam propósito e lucratividade encontram terreno fértil.

O setor de tecnologia e serviços digitais

Startups, fintechs e empresas de software também foram grandes vencedoras do pós-pandemia. 

A digitalização acelerada exigiu soluções de pagamento, plataformas de gestão, softwares de automação e aplicativos de todos os tipos.

Negócios ligados à tecnologia ganharam relevância porque oferecem soluções diretas para problemas reais. 

Pequenas empresas, por exemplo, buscaram sistemas para organizar suas finanças, enquanto consumidores passaram a usar cada vez mais carteiras digitais e bancos 100% online.

Esse movimento não recua: a tendência é que a tecnologia siga moldando novos modelos de negócio.

Negócios de saúde, bem-estar e autocuidado

O medo da pandemia deixou em evidência a importância do cuidado com a saúde. 

Academias, clínicas de estética e empresas de suplementos viram a demanda aumentar. 

Mas o destaque maior foi para os produtos de autocuidado, já que muitos brasileiros aprenderam a valorizar rituais simples de cuidado pessoal.

Nesse contexto, cresceu o consumo de dermocosméticos e produtos funcionais. 

O mercado de estética movimenta bilhões no país, sustentado por consumidores que desejam soluções práticas para se cuidar em casa. 

Itens como o creme anticelulite tornaram-se parte de um setor que se conecta à saúde da pele e à sensação de bem-estar.

Economia do compartilhamento e novos formatos de trabalho

O trabalho remoto popularizou-se e abriu espaço para negócios conectados à economia do compartilhamento. 

Os Coworkings voltaram com força, mas agora adaptados ao modelo híbrido. 

Plataformas que conectam freelancers e empresas também cresceram, acompanhando a demanda por mão de obra flexível.

Esse tipo de negócio não se restringe ao trabalho: ele impacta mobilidade urbana, hospedagem e até consumo de bens duráveis. 

O brasileiro, mais atento ao orçamento, tem considerado alternativas como aluguel de roupas, assinaturas de serviços e compartilhamento de veículos.

É uma transformação cultural em andamento, que muda a forma como consumimos e trabalhamos.

O futuro dos negócios pós-pandemia

O cenário pós-pandemia no Brasil mostra um traço em comum: os setores que mais cresceram foram aqueles capazes de se adaptar rapidamente às novas necessidades do consumidor. 

O e-commerce consolidou-se, o autocuidado ganhou espaço, os dados tornaram-se ouro e a tecnologia tornou-se o alicerce de quase tudo.

Mais do que identificar setores promissores, o desafio é entender a lógica que sustenta esse crescimento: empresas que unem conveniência, propósito e inovação tendem a conquistar vantagem competitiva.

O futuro dos negócios no Brasil passa por uma tríade clara: tecnologia, saúde e consciência. 

Quem souber navegar entre esses eixos não apenas cresce, mas define os rumos do mercado.

Redação Jornal Preliminar
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